terça-feira, abril 26, 2005

O HÉLIO DAS BOTAS 

Já não bastava a confusão gerada em torno da realização do jogo e dos factos ocorridos durante o mesmo, agora junta-se outra questão de importância extrema para a discussão: as botas do árbitro.
Ao que parece, o pobre juíz esqueceu-se de levar um par de botas de substituição, e as que ia utilizar na partida descolaram-se. Como é proibido apitar descalço, lembrou-se ele de pedir ajuda ao Estoril, mas estes por estarem a jogar longe da Amoreira, não podiam emprestar nenhumas. O Benfica, que curiosamente também jogava fora de casa, lá conseguiu fazer um esforço e emprestou umas chuteiras ao árbitro do encontro.
Moral da história do ponto de vista estorilista: o rapaz, como que agradecendo a amabilidade do clube "visitante", resolveu ser engolido pela onda vermelha e toca de marcar tudo o que havia e não havia contra o Estoril, indo ao ponto de usar o vermelho para expulsar 2 jogadores canarinhos.
Moral da história do ponto de vista benfiquista: os estorilistas, principalmente o seu adjunto Carlos Xavier, deviam era estar calados, porque o árbitro não teve influência no resultado, e até foi bastante permissivo para com a agressividade do clube da linha.
Moral da história do ponto de vista BnA: tudo isto é um fait-divers de muito mau cheiro, porque o juíz fez uma arbitragem sofrível e não foi por causa das botas...

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